Ronaldo estreia no mercado imobiliário com clube de surfe de R$ 1 bilhão

Ex-jogador vira sócio do Reserva Beach Club, que será inaugurado em Alphaville em 2027. Crédito: Leonardo Catto/Estadão

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O surfe brasileiro perdeu Dadá Figueiredo, ícone dos anos 1980, que faleceu aos 61 anos devido a pneumonia. Conhecido por seu estilo radical e influências do skate e punk, Dadá foi um pioneiro no surfe, rompendo padrões e inspirando gerações. Destacou-se em campeonatos como o Carioca de 1989 e foi eleito o melhor freesurfer do Brasil em 1993. Além do esporte, atuou na música e moda. A Federação de Surf do Rio de Janeiro lamentou sua morte, destacando seu impacto duradouro na cultura do surfe nacional.

O surfe brasileiro perdeu um de seus personagens mais marcantes. Dadá Figueiredo morreu no sábado, 24, aos 61 anos, depois de ser internado com pneumonia. O carioca ganhou projeção nos anos 1980 ao combinar radicalidade nas ondas, influência do skate e uma personalidade ligada ao movimento punk.

A morte foi lamentada pela Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (Feserj), que destacou sua contribuição para a modalidade e a influência sobre diferentes gerações de atletas.

Icônico surfista Dadá Figueiredo morreu aos 61 anos. Foto: Reprodução/@dada_

Estilo que rompeu padrões

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Dadá construiu sua identidade com um surfe agressivo, marcado por movimentos verticais e manobras que incorporavam referências do skate. Sua importância ultrapassou os resultados em campeonatos: tornou-se conhecido pela liberdade de experimentar e por desafiar os padrões do esporte naquela época.
Entre suas principais conquistas estão o Campeonato Carioca de 1989 e o Sea Club Final Heat, realizado em Saquarema no mesmo ano. Em 1993, foi escolhido o melhor freesurfer do Brasil, reconhecimento voltado ao desempenho nas ondas para além das competições.
Música e trajetória nas telas
A ligação com a cultura punk também apareceu fora da água. Dadá foi baixista da banda Os Normais e criou as marcas Anti-Fashion e Necrose Social, levando sua identidade para a música e o vestuário.
Sua história foi retratada no documentário Radical: A controversa saga de Dadá Figueiredo, lançado em 2014. O filme aborda os caminhos pessoais e esportivos de uma figura que conquistou espaço pela técnica e pela atitude.
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Pai de três filhos, entre eles o também surfista Dávio Figueiredo, Dadá deixa uma trajetória associada à transformação do surfe brasileiro.
Federação destaca legado
Na homenagem ao surfista, a Feserj ressaltou sua autenticidade e a capacidade de influenciar quem veio depois.
“Ele rompeu paradigmas, transformou a cultura do surfe carioca e nacional e inspirou gerações”, afirmou a entidade.
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