Horas após conseguir um habeas corpus e deixar de ser considerado foragido da Justiça, o rapper Oruam, investigado por suposta lavagem de dinheiro para o Comando Vermelho (CV), apareceu em uma transmissão ao vivo retirando a tornozeleira eletrônica.Assista: Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Metrópoles Fun (@metropolesfun)Oruam é réu ao lado do pai, o traficante Márcio Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, e de outros nove investigados. A decisão de conceder ao cantor o direito de responder em liberdade é da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).8 imagensFechar modal.1 de 8O rapper OruamReprodução/Redes sociais2 de 8Fernanda Valença e Oruam.Reprodução/Redes sociais.3 de 8Justiça nega pedido de prisão preventiva de Oruam feito pelo MPSPReprodução/Redes sociais4 de 8O cantor é considerado foragido desde fevereiro deste anoReprodução/Redes sociais.5 de 8Apesar da decisão, Oruam segue em liberdadeReprodução6 de 8OruamInstagram/Reprodução7 de 8Oruam foi indiciado pelos crimes de lavagem de dinheiro e envolvimento com o Comando Vermelho (CV), além de tentativa de homicídio contra policiais civis do Rio de JaneiroInstagram/Reprodução8 de 8O rapper também é alvo de uma ação penal do Ministério Público de São Paulo (MPSP) por disparo de arma de fogoReprodução/InstagramEm nota ao Metrópoles, o advogado do rapper, Thiago Lemos esclareceu que o próximo passo da defesa é buscar o trancamento da ação penal.“Acredito que a Justiça seria feita e que a liberdade do Mauro Davi seria reestabelecida. O próximo resultado esperado é o trancamento desta ação penal, formada inteiramente por provas ilícitas, conforme atestado em laudo pericial”, disse defesa. Leia também CelebridadesMãe de Oruam desabafa após filho deixar de ser foragido da Justiça BrasilJustiça concede habeas corpus e Oruam deixa de ser considerado foragido BrasilOruam pede suspensão temporária de ação que investiga ele e Marcinho VP BrasilJustiça barra pedidos de Oruam em ação por lavagem de dinheiro para o CV Na denúncia que deu início a ação penal, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) havia pedido a prisão preventiva do Oruam por risco de fuga.














